Por ser irreverente, aprecio de maneira sistemática, as questões de etiqueta. Gostaria de não ser assim, mas na próxima... escolherei melhor em que cegonha... Mas isso é coisa para outro momento. Quando era criança, nem todas as casas possuiam "cadeira alta" e o recurso era colocar uma lata sobre o acento da cadeira e estava resolvido o problema. Num desse sagrados dias de minha vida fui almoçar na casa da Tia Pina, (mãe da Zaira, Irminha, Benoni, Miriam, Jone e Rose, esta minha comadre), e ao me servir de um pepino, meu tio Emilio, um dos melhores professores de etiqueta à mesa, fez uma correção que jamais esquecerei. Ao cortar o pepino, deixei no prato o pedaço que havia fincado o garfo - coisa impensada na hora por não saber - ele me orientou para que sempre que a parte fosse tocada pelo garfo, esta viesse ao prato. Não há dia e hora que estou comendo em casa ou em outro lugar que deixo de botar reparo (esta expressão é da minha amiga, Suzi Pelegrini), nas atitudes dos comensais que estão por perto. Certo dia em um almoço, na mesa próxima havia um deputado estadual com mais algumas autoridades. Pois três deles cometeram o mesmo erro que eu. Foi desta forma, entre outras tantas, que se percebe a interelação entre educação e etiqueta, entre simplicidade e sofisticação. Meu tio Emilio, neste momento, foi um belo gestor daquilo que faltou aos integrantes da mesa ao lado: Educação!
sábado, 8 de agosto de 2009
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Amigo... estou amando esse teu momento... e amando te ler e saber + de ti, em tempos diferentes... Tempos que ainda nossa amizade estava apenas adormecida, mas com certeza ela já existia...beijo... Te cuida...
ResponderExcluirAmigo, que folga é essa??? Venho aqui a procura de ótimas leituras e nada? É o serviço de pagem que está te consumido??? Um abração e vai pensando no cardápio...bjbjbjbjbjbjbj
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