Há muitos anos havia na televião um seriado chamado HAVAI "qualquer coisa". Mas isso fica de fora. Citei só porque me faz lembrar do passado quando morávamos na rua Havai.135/101. Quando relatei o caso do meu apelido no texto anterior. Provoquei a lembrança do meu amigo MIRON NETO. Mas antes de falar do MIROM que dizer que o o GARIBALDI foi um dos homens mais educados de quem tive o prazer de conhecer. Sempre com uma palavra amiga e sempre, na presença de mulheres a elegância sobressaia. Mas vamos a rua Havai... Antes de falar da fita. vale lembrar que o MIROIN era sonambulo. Chicoteio-me por nao ter gravado seus devaneios. Mas a vida é assim mesmo, queremos fazer hoje o que deixamos de fazer no passado. Nem imagino eu, Miron, o Mosquito e lá sei eu quem mais morando juntos... mas foi legal. No comentário feito pelo amigo, é citado dois eventos: o da fita e uma festa de aniversário... foram legendárias e o que rolou por lá é indescritivel apesar de não ser impossível ou imoral. Mas isso foi irrisório perto de uma janta, que em conjunto do o MIRON, fizemos para o pessoal da comunicação da PUC/RS. Acredito que o assunto em moda era o de não comer carne vermelha e ppor conseguinte o peixe deveria ser o top de linha. Fritei 10 kg de filé de peixe para meia FAMECOS. O síndico era o primeiro a ser convidado - isso para nao ter problemas com o barulho. Mas uma das boas mesmo foi uma assinatura de algums dessas revistas semanais. Não sei se ainda existe, mas havia encartes internos voltados para algum tipo de "cuidado" . Alguma alma pena fez uma assinatura em nome do Mosquito... todos conhecem ... acho que era algo ligado a veterinária... pulgas... etc. Só para que presenciou a cena pode avaliar as risadas do episódio. Depois veio a Léa... pessos da mais alta categoria mas drogada como nunca vi !. Ela morava num edificio próximo ao nosso sendo que os encontros eram praticamente diários. Pois não é que a "dita" carregava consigo uma garrafa de vodka ou de gim numa bolsa... eram oito horas da manhã e lá estava ela tropega em seus passdos. Hoje creio que quem a conheceu, sente saudades. Lembra dela Miron? Outra passagem que lembra o ap da Havai era o "bodega"da Maria, uma probre alma caridosa, cheia de boa vontade. Nao sei quantas vezes nos vendu "fiado"... maas sempre pagávamos. Lembro que num fim de semana de inverno gélido nõa tinhamos um centavo "furado" fui na banca da Maria e pedi uma garrafa de vinho... a boa alma de cedeu um vinho tão ruim... que ao primeiro gole veio uma dor de cabeça que me levou ao sono de tanta novalgina que teomei. Outras tantas coisas passamos juntos ... é uma lástima que os grande amigos e os momentos prazeirosos ficam na lembrança... mas o que fazer? Paul Virillio, urbanista frances com grande trânsito na linguagem tecnologica é uma boa freferência para momento como estes... Miron... valeu à pena vivermos aqueles momentos. Abraços.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
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...pode ser uma lástima só ter na lembrança amigos e momentos prazeiros... mas a maior lástima é não ter o que lembrar é esquecer ou ser esquecido... lástima é não ter amigos para recordar, mesmo que a grandes distâncias...e pelo visto isso tu tens de sobra, AMIGOS e LEMBRANÇAS... Parabéns, isso é ser estrela... Beijo
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