sábado, 8 de agosto de 2009

ETIQUETA, UMA QUESTÃO DE EDUCAÇÃO!

Por ser irreverente, aprecio de maneira sistemática, as questões de etiqueta. Gostaria de não ser assim, mas na próxima... escolherei melhor em que cegonha... Mas isso é coisa para outro momento. Quando era criança, nem todas as casas possuiam "cadeira alta" e o recurso era colocar uma lata sobre o acento da cadeira e estava resolvido o problema. Num desse sagrados dias de minha vida fui almoçar na casa da Tia Pina, (mãe da Zaira, Irminha, Benoni, Miriam, Jone e Rose, esta minha comadre), e ao me servir de um pepino, meu tio Emilio, um dos melhores professores de etiqueta à mesa, fez uma correção que jamais esquecerei. Ao cortar o pepino, deixei no prato o pedaço que havia fincado o garfo - coisa impensada na hora por não saber - ele me orientou para que sempre que a parte fosse tocada pelo garfo, esta viesse ao prato. Não há dia e hora que estou comendo em casa ou em outro lugar que deixo de botar reparo (esta expressão é da minha amiga, Suzi Pelegrini), nas atitudes dos comensais que estão por perto. Certo dia em um almoço, na mesa próxima havia um deputado estadual com mais algumas autoridades. Pois três deles cometeram o mesmo erro que eu. Foi desta forma, entre outras tantas, que se percebe a interelação entre educação e etiqueta, entre simplicidade e sofisticação. Meu tio Emilio, neste momento, foi um belo gestor daquilo que faltou aos integrantes da mesa ao lado: Educação!

VAMOS CRIAR O DIA DOS FILHOS?

Amahã é nosso dia. É engraçado como o sistema capitalista criou dias especiais. Vendem de tudo e em condições que mesmo nao sendo pai, sempre haverá quem se aproveite da situação. É isso mesmo que o capitalismo quer. Mas não é isso que vou apontar. Se se é pais é poque se tem filhos. Eu tenho dois, o Bruno e a Luciana. Os dois me consomem. O Bruno mais que a Lú, pois como está fora, fica mais difícil mas quando chega... Senhor! Na quinta-feira, por conta da suspensão das aulas o Bruno pediu para fazer bife à milanesa (z?)... Qual a minha supresa. Fez tão bem quanto eu. Coisas assim são presentes. As poucas vezes que o Bruno foi para a cozinha, a comida saiu boa... isso tem um significado interessante pois nunca parei para mostrar isso ou aquilo... o que aprendeu foi olhando. Tem uma regra na Sociologia, também adotada pela História e Antropologia, que a figura masculina passa para o filho aspectos e traços culturais, enquanto que a figura feminina passa a palavra. A Luciana por sua vez também tem dotes na cozinha mas as vezes liga para saber como se faz molho branco... ou como passar um vestido... As duas tarefas citadas passaram diretamente do pai para os filhos sem serem os mesmos atuantes no cotidiano. Mas isso vai mais fundo. Quando se é pai, nuca se sabe o que fazer nas horas críticas, naqueles momentos onde as nuvens pretas da familia Adans se acomodam sobre a casa... Pois acredito que este é o momento onde os filhos ensinam os pais, porém de forma inversa, como se olhássemos num espelho. Que presente maior podem nos dar filhos assim? O que é bom tem que ser dito. Um dia desses, lendo um artigo do Caio Prado Jr. ele escreveu algo que me chamou atenção: é comum acreditarmos tanto no que os outros dizem, escrevem ou fazem, que deixamos de acreditar em nós mesmos pois quando chega a hora do exemplo sempre temos a sensação de que os outros (no caso os filhos) sempre fazem melhor... isto com o tempo passou a abalar a auto-estima das duas partes, deles e minha. Depois disso resolvi da mais anteção aos traços da persoanalidade de ambos e começei a perceber que eles cresceram e aquele pai que os criou tem sua parcela de carinho, amizade e muita alegria em saber que há amor de forma recíproca. Feliz dia dos FILHOS!

OS FIOS DE UMA VIDA

Hoje pela manhã estive na loja da Noka, minha prima filha da tia Otília. O que fazer lá? Explico. A Tia Pierina, mão da Jojo e da Jôse ( coloco o acento sobre a letra "o" para saberem que não é José) ira fazer uma renda de crochê para uns "brise-brise"... não é para meu enxoval, acreditem, outra hora relato...a finalidade. Bom na expedição estava junto a parceirona Jojo... que antes de conversarmos com a Noka, fizemos um breve lanche, duas fatias de torta com uma xícara de café, na nova cafeteria da Marina Schipper... bom chegando a Noka, fomos ao local onde se encontra o depósito de fios, linhas, lãs e tecidos, adquiridos ao longo dos anos pela tia Otília... Senhor, meu bom Pastor ! o que vi por lá me fez recordar as jornadas da tia em Porto Algre. Algumas são inenarráveis, outra nem tanto... mas vou contar uma que é das boas. Fiél con veniada da Golden Cross, fui junto com a tia para verificar a possibilidade de internação para ... Como qualquer etandimento, aquele foi péssimo sendo que nos deixaram sentados por mais de 30 minutos. Conversei com a dita atendente eis que enfim o retorno da solicitação veio, lígico que negativo. Ela e eu saimos tristes, cada um de nós amargurado pois as dificuldades materiais da tia eram constantes face ao seu estado de saúde. Nem bem atravessamos a Av. Salgado Filho um taxista deixou o carro ... o que fez com que o cano da descarga encostasse na perna da tia sendo que o mal estava feito. Queria levá-la ao Pronto Socorro mas ela negou-se... atravessou a rua como uma bailarina, - e eu trás - tomamos o elevador e chegamos no sétimo andar... do escritório da G.C. Nunca vi uma pessoa tão furiosa e com um espírito crítico tão afiado. Olhou para a dita lançando o olhar para a penas machucada e disse: " só saio daqui dentro de uma ambulância, ao contrário vou sangrar até morrer... eu fiquei apavorado tamanho era a "sanguera" ... resumo da ópera, a ambulância vei, ela foi encaminhada para o hospital Moinhos de Vento em apartamento individual com direito a acompanhate. Adivinhem quem era o acompanhante? Eu. Ficamos hospedados três dias comendo do melhor... lógico que a caipira era algo a ser pensado. Sepois de passado o episódio rimos muito... Acreditem se quiserem mas a cada vez que o nome de Otília Ackermann ecoava no sétimo andar... era um risco só... Numa oportunidade chegamos a tomar uma chícara de chá com um dos diretores... Para saberem: Ao voltar da Noka, almocei na Pierina com direito a uma bela caipira, tortei feito na hora e vinho. A Jôse passa a massa muito bem. Este crédito, entre outros tantos é dela pois acho que a jojo sempre encontra uma forma de chegar na hora "h". ( brincadeira )

ERROS NA DIGITAÇÃO

Pezados leitores. Por favor não me creditem os erros de grafia nos textos que escrevo. Acabo de ler alguns deles e estou apavorado. Sou rigoroso na escrita e tem coisas ali que atribuo a alguma alma do andar de baixo ou de cima... vou descobrir. Grato

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A LANDA E O LINO

Duas figuras tipicas de Gramado. Isso tem muito a ver com o Dante Bordin. Homem caridoso como só ele os proveu por décadas. Mas os personagens eva almas errantes que, segundo as más líguas fruto de insesto, coisa que não acredito. Contudo viviam rindo. Ele sempre na frente e ela, aos tropeços dois ou três passos atrás. Aliás a Landa tinha que dar aula de etiqueta a muitas mulheres de autoridades. É um escândalo que se vê. Só para saber: se a mulher está acompanhando o marido numa cerimônia ou ato oficial ela deve fazer como a Landa fazia, ficar atrás do dito. Tem politico por aí que ainda carrega a mulher pelo braço como se a coitada fosse uma ecepcional sem saber o que faz ou por onde anda. Mas voltemos ao fato. A landa não possuia um único dente, ele no entendo tinha as duas presas. Andavam pelas ruas da cidade e mereciam o respeito e a comiserção de todos. No tempo do bar da Pierina, onde hoje está a Starson havia sempre um sonho para os dois. Ao chegarem na paróquia São Pedro não foi uma ou duas vezes que vi o Cônego Izidoro alcançar bolachas e suco de uva. A Irma Perini, alma cujo coração não podia ser maior, fazia algumas peça de roupas para ambos. Se não me engano, o alfaiate, sr. Wili ??? deu um casaco sobre-tudo ao Lino o qual o acompanhou por décadas. Mas a minha temática é o riso. Pergunto: Por que não rir? Por que não achar graça em algo... pode ser até sobre uma pessoa... por não? Não se trata aqui de desrespeito ou algo que desmonte a alma de que ri... mas o fato de dar uma boa gargalhada deve ter o mesmo sabor que aqueles que mandam alguém tomar no cú só pelo fato de se sentirem bem... deixem eles dizerem ... mas nós vamos rir... Conheço várias pessoas que tem medo de rir pois se o fizerem, segundo o meu juízo, perderão a autoridade... Senhor Jesus, Acolhei estas almas sob seu manto... elas estão mortas e não sabem! Lembro-me do livro O nome da Rosa. Alí a Igreja envenenou pessoas pois aprenderam a rir. Quando trato do riso não me refiro ao sorriso hipócrita só para se fazer de simpático(a). Ao contrário de pessoas que possuem sorrisos lindos e simpáticos tem pessoas que são tão antepáticas que ao sorrirem ficam feias. Isso é um pecado. Ainda, segundo a tradição machista homem não pode rir nem chorar. É por isso que existem tantas mulheres infelizes cheias de varizes e com a melancolia escrita na testa. Mas também tem mulheres que riem muito longe dos seus homens com medo de serem tomadas por vulgares. Estas não são vulgares, são cretinas! A onde ja'se viu parar de rir só porque o homem está por perto? É óbvio que tudo tem hora e local. Mas é exatamente fora do local e na hora imprópria que o riso aparece. Tem coisa melhor. Eu por exemplo não me contenho em velórios. Tudo é motivo de riso. Alguns dizem que é o sistemaa nervoso. De um modo ou de outro rir é muito bom e me faz muito bem. Danem-se os que não gostam!

LAGO JOAQUINA RITA BIER E O AGNALDO RAIOL

É comum os noticiários tratarem Gramado como a pérola mais preciosa do turismo regional e nacional. Mal sabem eles das peripécias que a comunidade fez para chegar até aqui. Um dia falarei dos ciganos que passvam por aqui. Hoje vou descrever a cena do lago numa das noites que o Agnaldo Rayol veio cantar para uma trezena de pessoas, sob uma temperatura de 9 ou 10 graus. Acredito que o espetáculo era parte de alguma edição da Festa das Hortênsias. Meu pai tinha uma kombi, com a qual entregava pão. No final da tarde ele a estacionou - onde hoje é o primeiro refúgio aos que querem se sentar e olhar para o lago... As hortênsias, de dia claro e ensolarado, faziam sombra aos que passavam pela rua... Lá pelas tantas eis que surge o astro e, sob os apupos da platéia ansiosa, cantou... Minha mãe sempre foi uma excelente cozinheira, minhas tias nem o diga. A kombi era uma confeitaria ambulante. Pastel e gasosa ( lembram ?) não faltava... Os veranistas, aos uivos, gritavam mais uma! mais uma! e lá vinha o Rayol dentro de um smoking branco e soltava a gargante. Isso levou horas e nós dentro da kombi labendo os beiços ao sabor das "gulodices". Lá pelas tantas, um Hóóóóóóóó! tomou conta do ambiente. Pois não é que uma dita, de maiô e com touca de borracha (aquelas coisas de banho de praia) se jogou no lago para abraçar o rouxinol que cantava? Este episódio, foi mais ou menos a cena protagonizada pelo poeta no festival de cinema no passado recente. Todos ficaram atônitos ao ver o que estava ocorrendo. Acho que o prefeito da época teve vontade de pegar a dita e afogá-la... mas como todos estão acostumados a dizer foi mais uma excentricidade e logo o tempo passa e as pessoas esquecem... Porém são estas pequenas coisas que constróem a historiografia de uma comunidade. Temos que ler o livro do pekinha... ali tem coisa muito boa!

O PONTO DO ÔNIBUS

Acaso a expressão MUVUCA existisse no final dos anos 70 e incio dos 80 era essa e mas qualificada palavra que poderia expressar nossas vidas em Porto Alegre. Esta eu vou escrever para a JOJO, se aguém não a identifica é a Professora Joanete Carniel... ( jojocarniel@hotmail.com). Junto dá para colocar Rosa de Giacomentti atualmente ( há quase trinta anos Senhora Galli), Tessália ( amiga nossa de Floripa), Marina, minha irmã... e por aí vai. Estas ditas moravam na rua ( esqueci o nome mas era paralela Felipe Camarão... O Ap delas era mais um refeitório. Explico. A jojo, eu e a Tessália, sempre fomos bons na cozinha... A Tessália éra meio descançada... mas a coisa saia sempre ( ela e nós nunca esquecemos a garrafa de Vodka). Fazíamos muitas coisas. Um dia minha tia, a mãe da Jojo e dita e eu... pagamos um ônibus da Carris para irmos a PUC... não me perguntem fazer o quê. Sempre tive a tendência de fazer os outros rirem, isso me diverte muito. Entrei na frente e andei pelo corredor meio desleixado, capengando numa linguagem mais clara!. Elas começaram a rir e eu firme... Lá pelas tantas o motorista parou e com voz de autoridade mandou-as descer. Eu, quando vi que a coisa estava ficando séria, sentei-me e fiz sinal de positivo ao motorista pelas suas sábias palavras a meu estado físico. Minha tia ouviu dele o seguinte: dela (se dirigindo para a jojo) eu não me espanto porque é uma estudante mal educada como todos que entram aqui, mas a senhora, isso eu não admito! Pois não é que o motora as fez descer sob os aplausos de quem teve o prazer de estar ali naquela hora. Como não queria levar o troco e ser linchado, esperei até a próxima parada e desci... Ao longe pude assistir as duas se retorcendo de tanto rir. Esta passagem é uma das mais autênticas caricaturas da minha vida em POA. Outras tantas, com mais ou menos relevância virão, aos poucos, para estas páginas. Fiquem espertos!.

O TEMPO QUE O TEMPO TEM = (st + g)

Acabo de enviar uma mensagem por telefone para minha filha Luciana pedindo a ela que dia virá para casa. Respondeu-me, também por mensagem, que estava com muitas escalas. Segundo ela, só no final no mês... no final da mensagem a famos expressão por que? Essa é a a nossa vida. por que? Se tua vais a feira de pijame... é louco... se sai na rua de rolo na cabeça é excêntrica... se manda uma à merda é mal educado. se vestes um terno com gravata laranja é brega, se buzina é porque está estressado e por aí vai. Mas existem mais por ques sltos no ar assim como o maldito virus da gripa 'A ...' Tem gente que para para pensar em: por que isso, por que alquilo, por que isso não é assim, por que fulano isso, por que fulano aquilo. Jesus segure a cruz ! Digo: Vamos sentir mais saudades de quem está longe, sentir medo do escuro, pensar na flor que aparecerá na primavera, olhar para o horizonte na tentativa de encontrar um rabo de galo, pensar na cueca/calçinha que poderá nos fazer mais atraente na frente do companheiro(a)... mas paremos de perder tempo com perguntas sem respostas. Normalmene o que não tem resposta é idiota. Vera Pante minha grande amiga, uma vez me disse algo que jamais esquecerei: devemos abrir nossas torneiras para que água suja saia de dentro de nós! Sábias palavras. Aliás os amigos sempre possuem sábias palavras., ou de alguma maneira, servem para nos mostrar o que o tempo tem. O tempo era isso até que algum idiota e desocupado inventou o relógio. Mas temppo é exatamente isto... o nada o vazio, o oco, o efêmero... somos nós quem o vestirá e dará e fará dele o seu corpo, ter alma, ter sentido, ter perfume, ... É comum ouvir e, comigo ocorre muito isso. dissemos: o fulano(a) de tal me lembra isso ou aquilo. É porque este fulano(a) nos faz dar sentido ao tempo... Que ler isso poderá pensar que pirei e que estou a filosofar... Mas é isso mesmo que quero fazer pensar em quem efetivamente preenche meu tempo ... (abafa!) mas por sinal vem dando seus sintomas. Essa regra sintomas do tempo + gravidade (st + g) são coisas que pedirei explicações a Einstem quando eu o encontrar na Eternidade ou se tiver a oportunidade, ao Próprio Cristo, se Ele me atender!

A DANÇA DOS INCAUTOS

Por decisão pessoal hoje parei pra examinar as notícias sobre os tropeços dos nossos Senadores também sobre a querela entre os Procuradores Federais e o grupo de pessoas que integram a Ação de Improbridade Administrativa. Ouvi vários locutores, jornalistas, advogados, procuradores, pessoas comuns... isso foi o dia inteira. Antes do jantar, liguei a televisão no canal 21, um dos poucos que não é de alguma seita ou que vendo boiss, cabras, vacas... Eis que ali aparece o Senador Pedro Simon, personalidade que gravou no solo gaúcho um dos mais importantes significados. Ao que me parece, o programa irá ao ar lá pelas 23 horas... é uma pena que seja tão tarde... mas o que fazer. Voltemos ao Senador. Acredito que um dos únicos modelos de governo que ainda padece, mas que não deixo rastro... foi o dele. Enquanto Senador da República, quero acreditar que seja Honesto - vejam que escrevi com a letra maiúscula -. Conheci o Senador na sala do Dr. Jamil Asmus Aiquel, na rua dos Andradas, n. 1237/7o. onde não só trabalhei mas onde conheci pessoas com princípios éticos impressionantes. Dr. Angelito, irmão mais velho do Dr. Jamil era quem fazia a mediação. O Dr. Jamil era mais sério, porém seu coração era doce e perfumado - se me concentrar... ainda sentirei a bondade saira daquele corpo. Mas deles falarei outra hora. Hoje é o Senador. Se o vereador está para o municipio, o deputador estadual para o Estado e o Senador para o País, Simon merece nosso respeito. Poderia ele abandonar o PMDB mas isso, pelo que deduzo ela jamais fará. Então, tal posição é uma direção de que é convicto com a ideologia. Estou convito da postura desse Senador. Acaso o Presidente do Senado tivesse coragem e se permitisse ser visto na sua fragilidafe, a nação brasileira nào estaria tão carente de representantes. Isso é uma pena. Hoje entendo as razões desse desamparo. É a pura ignorância e a mais concreta covardia. Tais adjetivos nascem dentro da sociedade em que somos criados. Vejamos um exemplo. Quem de nós irá votar nas próximas eleição para Governador ... senão em pessoas que A ou B ou C venham nos pedir o voto? Sabemos que se não votarmos nossa vida se tornará um inferno.... paga-se multa por isso. Logo levaremos outra personalidade que em pouco tempo terá tantas e outras preocupações politicaas para solucionar ou procurar alguma forma de "escapulir". Como é que sairemos desse lodaçal? Por caridade leiam Rymundo Faoro. Ele explicará. O dito deve estar revirado no túmulo... pena que ninguém o lê, ninguém o reproduz, ninguém o explica ou o contesta. Acho que sou eu o errado!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

HAVAI 135

Há muitos anos havia na televião um seriado chamado HAVAI "qualquer coisa". Mas isso fica de fora. Citei só porque me faz lembrar do passado quando morávamos na rua Havai.135/101. Quando relatei o caso do meu apelido no texto anterior. Provoquei a lembrança do meu amigo MIRON NETO. Mas antes de falar do MIROM que dizer que o o GARIBALDI foi um dos homens mais educados de quem tive o prazer de conhecer. Sempre com uma palavra amiga e sempre, na presença de mulheres a elegância sobressaia. Mas vamos a rua Havai... Antes de falar da fita. vale lembrar que o MIROIN era sonambulo. Chicoteio-me por nao ter gravado seus devaneios. Mas a vida é assim mesmo, queremos fazer hoje o que deixamos de fazer no passado. Nem imagino eu, Miron, o Mosquito e lá sei eu quem mais morando juntos... mas foi legal. No comentário feito pelo amigo, é citado dois eventos: o da fita e uma festa de aniversário... foram legendárias e o que rolou por lá é indescritivel apesar de não ser impossível ou imoral. Mas isso foi irrisório perto de uma janta, que em conjunto do o MIRON, fizemos para o pessoal da comunicação da PUC/RS. Acredito que o assunto em moda era o de não comer carne vermelha e ppor conseguinte o peixe deveria ser o top de linha. Fritei 10 kg de filé de peixe para meia FAMECOS. O síndico era o primeiro a ser convidado - isso para nao ter problemas com o barulho. Mas uma das boas mesmo foi uma assinatura de algums dessas revistas semanais. Não sei se ainda existe, mas havia encartes internos voltados para algum tipo de "cuidado" . Alguma alma pena fez uma assinatura em nome do Mosquito... todos conhecem ... acho que era algo ligado a veterinária... pulgas... etc. Só para que presenciou a cena pode avaliar as risadas do episódio. Depois veio a Léa... pessos da mais alta categoria mas drogada como nunca vi !. Ela morava num edificio próximo ao nosso sendo que os encontros eram praticamente diários. Pois não é que a "dita" carregava consigo uma garrafa de vodka ou de gim numa bolsa... eram oito horas da manhã e lá estava ela tropega em seus passdos. Hoje creio que quem a conheceu, sente saudades. Lembra dela Miron? Outra passagem que lembra o ap da Havai era o "bodega"da Maria, uma probre alma caridosa, cheia de boa vontade. Nao sei quantas vezes nos vendu "fiado"... maas sempre pagávamos. Lembro que num fim de semana de inverno gélido nõa tinhamos um centavo "furado" fui na banca da Maria e pedi uma garrafa de vinho... a boa alma de cedeu um vinho tão ruim... que ao primeiro gole veio uma dor de cabeça que me levou ao sono de tanta novalgina que teomei. Outras tantas coisas passamos juntos ... é uma lástima que os grande amigos e os momentos prazeirosos ficam na lembrança... mas o que fazer? Paul Virillio, urbanista frances com grande trânsito na linguagem tecnologica é uma boa freferência para momento como estes... Miron... valeu à pena vivermos aqueles momentos. Abraços.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A CRIANÇA, A GEADA E A ESCOLA

Relembrar significar voltar ao passado, seja ela próximo ou distante. Cada um de nós faz isso sem pensar. Nestes dias de geada, volto aos anos sessenta, quando morávamos nos fundos do prédio onde está a farmácia Agafarma, na rua Garibaldi. Saíamos para ir ao Grupo Escola Santos Dumont, que estava edificado exatamente onde está o Banrisul. O Prédio do Banco do Brasil, veio uma década depois e toda a extenção que da esquina até o pé do butiá (?) que divide o terreno do espólio do senhor Walter Bertoluci era um gramado de dar gosto. Na margem da calçada pela rua Garibaldi havia um chorão ( acho que esta geração nem imagina que árvore estou falando), os "galhos"eram comprido e não desperdiçávamos a oportunidade de fazer um jump agarrando um feixe de "galhos". No inverno isso era mais emocionante pois deslizávamos sobre a geada até chegar no limite do muro que dava para frente da escola. Um depois do outro ninguém deixava de participar da peripécia. O maior problema é que os pés ficavam gelados e reclamar seria levar um belo castigo; então se "guentava no osso". Mas o tempo e os exemplos sempre foram remédios admiráveis. Lá pela terceiro ano tivemos como professora Marisa Bertolucci, um dia falarei especialmente dela, e sem cerimonias disse que no dia seguinte poderíamos levar os chinelos de pano (aqueles que foram substituídos pelos abomináveis chinelos de dedos). Pronto. Estava resolvido o problema das crianças que bailavam como primatas agarrados em galhos do chorão. É interessante observar como a escola sempre esteve por perto dos acontecimentos!

UMA MESA AO SOL

Hoje finalmente dei um lugar justo e merecido a uma mesa que provavelmente tenha mais de cem anos, considerando o tempo em que a madeira foi serrada e a mesa construída. Segundo que entende, o lenho é de carvalho com pinho, duas espécies que atravessam várias gerações. A história dessa mesa é muito curiosa. Nos últimos anos da década de sessenta, Irma Perini Zanatta abastada em saúde e determinação e com uma mão para cozinha como poucas, construiu uma meia água nos fundos do seu terreno na rua Theobaldo Fleck. Ali, por décadas ela fez de tudo; costurava as indumentarias dos sacerdotes, lava de joelho o piso da Igreja matriz, e fazia os melhores pastéis que algum já teve a sorte de provar. Como sobrinho predileto, sempre tive a felicidade de ter esta iguaria por perto. A mesa da qual me refiro, veio parar em minhas mãos, assim como todo o madeirame da meia água, Quanto as tábuas, de vez enquanto faço alguma coisa, mas a mesa me cobiçava. Hoje ela foi para num lugar, que se não é o mais indicado, recebe a luz do sol, o que me leva a ver a face sempre sorridente de minha tia. Pessoas como ela deveriam ser clonadas por decreto!. Durante praticamente todo o dia fiquei preparando o lugar. Posso dizer que foi emocionante vê-la em em primeiro plano no espaço destinado. Por volta das dezessete e trinta horas, Bruno, meu filho chegou em casa e criticamente disse que "esse não é o melhor lugar" Bem sai eu que o lugar de destaque desta mesa é dentro de um espaço cultural, com uma biografia da minha tia... Respondo a ele que me desse alguns dias de felicidade pois ao passar por ali , ao ver a mesa veria minha tia ... isso é estranho, tanto para ele que não chegou a conhecê-la pois era ainda criança quando do seu passamento quanto para mim que tanto desejei ver esta mesa respirando o ar livre como ela tanto fez durante sua vida. A história de vida das pessoas obedece um ciclo e este ciclo poucos, muito poucos, próximos ou distantes, podem vivenciar. Carlo Ginzburg, autor de renome internacional que estuda a microhistória, refere que os pequenos indícios são fontes importantes para reconstrução do passado. Isto também é difícil mas não impossível de ser creditado a alguém... mas num pais onde sempre se cantou o hino nacional, da bandeira... se decorou datas ditas por importantes, conheceu-se também por decoreba os nomes de ministros ... só para citar alguns, conhecer e aprofundar-se de uma geração para outra as regras da Nova História, é difícil... mas como costumo dizer, na História do homem não há culpado e sim responsáveis. Incluo-me nesta categoria. Acredito ter amenizado a minha responsabilidade em dar a mesa um lugar ao sol, merecidamente.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

RUA FELIPE CAMARÃO, 100/ap101

Não dá para esquecer.Ainda ontem comentando com alguns amigos, voltei aos tempos em que fomos morar em Porto Alegre. O João Batista Rossi (nona) e o Luiz Gustavo Marcadenti (só Gustavo) já habitavam o ap. Em março de 1979 foram para lá o Osmar José Accordi, o Mazé, o Luiz Carlos de Giacometti, o Jaco e eu, que além de me chamarem pelo apelido Tato, logo ganhei mais um... acreditem de Maria. Esta atribuição saiu da boca sempre felina do Gustavo, mas nunca lhe tirei a razão e nunca desferi nenhum golpe de raiva... sempre achei engraçado e rimos muito. O que vou escrever é o mais fiel dos relatos e tenho plena convicção que depois deste fato, o codinome Maria me valeram créditos. Na Avenida João Pessoa, abriu uma discoteca, cujo nome não recordo mas sei que o lugar era badalado. Fizemos de tudo para comprar ingressos até que o "bando" de Gramado apareceu. Alguns chegaram a comprar ingressos falsos... mas o meu era autêntico. A casa estava lotada a ponto das mesas se transformarem em pista de dança. Naquela época eu pesava seguramente 30 quilos a menos... e não deu outra: minha amiga Jaqueline fez o sinal e fui... Não sabíamos que a dita mesa tinha só o pé do meio... e na segunda reviravolta fui ao chão como uma jaca madura ( nunca vi uma jaca madura caindo!) mas o tombo me valeu o deslocamento do joelho - a coisa foi feia - a ponto de ser tirado da casa num tempo muito curto. Fui levado para o Pronto Socorro por um motorista de táxi que ao entrar disse que se eu urinasse,pagaria o dobro da conta. Depois de longas horas, peguei outro táxi e fui embora... isso já era sete da manhã. Quem está chegando na mesma hora? o Gustavo. Não fosse a cena que ele presenciou talvez meu apelido de infância nunca teria um parceiro. Eu estava todo estropiado e pedi ao motorista que me ajudasse... o benemérito me tirou e me pegou no colo. Tudo o que veio depois foram horas de muitas gargalhadas. Escrevo isto como uma homenagem ao Gustavo que partiu cedo demais.
Estamos vivendo tempos tormentosos na politica, nas relações pessoais, na religião, na sociedade como um todo. Parando para pensar estamos deliberadamente fazendo, ou melhor, deixando de fazer o Bem. Escrevo com o "B" maiúsculo pois o Bem que quero tratar é aquele do coração. Os filósofos gregos e depois os romanos tinham por base o Bem como algo supremo... hoje deixamos de pensar no supremo pois não entendemos o que venha a ser "supremo". Lanço um desafio ao meu leitor: Quando você contra alguém que há muito não vê qual é a sensação que lhe toca? Acredito que este sentimento ou sensação é a mais pura manifestação do Bem. Outro desafio: procure em todos os livros que você já leu, nos anais religiosos, nos cartões de aniversário/formatura/casamento e por aí vai e veja se o que está escrito não é a mais íntima sensação/maifestação do Bem. Pois é, ali está o bem que queremos desejar ao nosso semelhante... mas assim mesmo são fracas as nossas armas. Um dos mais séticos autores que ja li, falo do Saramago, na obra Ensaio Sobre a Cegueira, que foi transformada em filme, por favor assistam ou leiam o livro, trata a manifestação do Bem como algo supremo. Quem sabe se não exercitássemos um pouco mais as nossas atitudes, o Bem que hoje falamos ou pensamos poderia ser diferente?

VER OS FILHOS CRESCER

Temos tudo para sermos felizes mas deslizamos em peraus altíssimos, ou profundos dependendo da visão...quando a prática suplante a teoria. Dia 01/08 Luciana que nasceu 'ontem' faz 20 anos. Bruno que nasceu um pouco antes irá completar 22. Estou no meio do caminho. Para traz ainda nao podemos ir, para frente nao quero ficar distante deles, para o tempo é impossivel. Então o negócio é curtí-los (que expressão boba, igual a que todo mundo fala/escreve) então vou usar a expressão apaixonar-se cada vez mais... sim é essa a expressão que quero usar. Mas os tempos estão bicudos como dizia Mário Quintana e hoje temos pouco tempo para pensar em não tê-los a todo o instante. Será que sempre foi assim? Cotidianamente ouvimos falar que "colocamos os filhos no mundo ... para os outros e não para nós... que loucura isso! Eles são para nós a todo o instante mas com a diferença que aos poucos, perdermos os hábitos que muitas vezes ensebam a relação. Olho para eles como quem vai para a batalha. Há algum tempo assisti o films Batman Beguins ( acho que é assim que se escreve... me corrijam) e o mordomo Alfred disse ao Senhor Weine mais ou menos isso seus pais adorariam ver o senhor assim... Pois a arte imita a vida acredito que gostamos de ver nossos filhos assim,,, angustiados, felizes, brincalhões, sempre atrasados, teimosos, torcendo, olhando a vida passar, assumindo responsabilidades, abrindo espaços... formando-se.... e por aí vai. Pobres pais que não tem isso no seu ideario.Pobres sociedade que não prepara seus filhos para serem pais, pobres somo nós quando somos intolerantes não com eles mas com nós mesmo por não entendermos que ver os filhos crescer é uma tortura psicológica e uma perda quase que irreparável.

RAIMUNDO FAORO E A POLITICA

Acredito que Raimundo Faoro, deve estar nos olhando e de carta forma rindo da nossa cara. Na época em que urdia a Ditadura ele escreveu a obra OS DONOS DO PODER, a qual pode ser encontrada em um ou em dois volumes. Todo cidadão brasileiro deveria ter acesso a obra, mas professores de E.M seja de escolas públicas ou privadas deveriam oportunizar uma reflexao em conjunto com seus alunos. Na Universidade deveria ter no mínimo vinte créditos só para os ensaios. Há um capitulo especial que trata do paternalismo, coisa que não é dificil entender, mas está cada vez mais dificil compreender como está se transformando os escândalos do pais em rotinas banais sem qualquer preocupação de efetivamente efeutar mudanças. Ouve-se nas rádios um discurso onde não se encontra culpados, lê-se em jornais manifestações eruditas sobre democracia e transparência, porem fala-se e age-se muito pouco em efeutar transformações nas bases. Pergunsta-se quais as bases? Nossa juventude. Quando o Collor deixou na lembrança o famoso escândalo na casa da dinda sequer pensaríamos que outros tantos viessem à tona. Pois Presidente entra e Presidente sai, as maracutaias continuaram e, muitos juvens que naquela época estavam no limite da escolha profissional ingressaram na politica e hoje provavelmente reproduzam os retratos do passado. Mas isso não é o pior. O pior é que o ensino declinou, a formação dos professores festá a desejar, as familias passaram a compor o lado negro da falta de educação... e por aí a coisa vai. Pergunte a seu filho, seu sobrinho, seu enteado, para o médico, para o advogado, para o professor, para o sacerdote, para o economista se um dia passaram pela páginas da obra Os Dono do Poder ? Se eventualmente alguém disses que leu, agarre-se neste ser pois é espécie rara. Clone-o. Tive dificuldades de passar para meus alunos quando lecionava no EM. A dificuldade nao era a leitura era o preço do xerox do capítulo ou da dificuldade do agendamento na biblioteca da escola. Então ficava eu a pensar como fazer para que nossos educandos pudessem, no curso de seus dias futuros examinar com maior precisão e exporem suas opiniões do que estamos passando. Porém nao é somente dos jovens a responsabilidade é dos adultos também. No sentido de contribuir com a reflexão, me socorro do que está publicado na Zero Hora de hoje, 29/07, - p. 19 -na coluna da jornalista Ana Amélia Lemos, reproduz a fala do professor Nei Alberto Pies o qual sustenta o seguinte: "A renúncia de Sarney não mudaria nada no Brasil se os brasileiros não mudarem sua concepção de poder" É exatamente neste ponto que ao ler a matéria, lembrei-me da obra acima citada. Se você blogueiro(a) ficar atento (o) leiam o capítulo que Faoro trata do paternalismo... tenho a mais plena convicção que me darão razão... precisamos mudar nao só os politicos cuja relação é por demais conhecida... precisamos fazer com que esta juventude de quem vem sendo tirada o poder de reflexão, ... ler mais é pensar no amanhã. Até mais.

terça-feira, 28 de julho de 2009

HOSPITALIDADE - ALGO MAIS QUE UM CONCEITO.(1)

A palavra nos leva a pensar em hospital, o que não está errado. Hospitalidade porém é mais que um belo sorriso e uma mão estendida a espera de uma gorjeta, sentenciam outros e por aí seguem as tentativas de definições, as quais, em seu tempo e na sua construção, devem estar todas corretas. Na minha caminhada como pesquisador, tenho lido muitos conceitos e uma infinidade de reflexões que são produzidas no mundo acadêmico com a firme proposta de multiplicar o conhecimento. Contudo, por mais que lia e refletia sobre o que passava pelos meus olhos, tudo não passava de reproduções sentenciais. Contudo, há alguns meses me deparei com um acervo de inestimado valor para quem busca entender a extensão do que o termo HOSPITALIDADE pode tomar ou representar. Lá pela metade dos anos sessenta, Francisco Perini, abre a sua cantina sob o nome de VINHOS PERINI. Esta familia na sua essência, foi uma das que dedicou-se para construir a cidade de Gramado/RS. Neste momento não vou falar sobre a cidade em si, mas daquilo que está abaixo da linha da visão, assim como um iceberg. Os registros apontam que o clã Perini chega em Gramado na primeira década do século vinte. Francisco se casa com Angela Bordin, familia que também já tinha raízes no lugar conhecido como Linha 28. As duas familias trilharam os caminhos da subsistência extraindo da terra praticamente tudo o que consumiam. Algumas vacas, terneiros, porcos e galhinhas pintaram por décadas a paisagem da propriedade. Lá pelos anos sessenta, Xico Perini como era conhecido, deu crédito a sua razão e fez da pequena propriedade um grande palco; construiu a vinícola Perini, cujo nome fantasia girava em torno de Vinhos Perini. No meio a tudo isto, casou nove dos seus onze filhos. Sua produção, pelo que se infere da documentação, era média pois aumentá-la significaria vencer os morros que singram a propriedade. Manteve sua proposta inicial aprimorando, contudo a qualidade dos vinhos e do suco de uva. Este é o panorama que foi possível reconstruir através de depoimentos de familiares e uma farta documentação, salva graças ao seu próprio destino. Porém se a parte da documentação empresarial é uma preciosa fonte de informações o que dizer da singularidade dos livros ouro? Em algum momento do passado os livros ouro tinham a finalidade de registrar valores, quando a finalidade era a realização de festas ou construção/ampliação/reforma de algo comunitário. Francisco Perini fez dos livros ouro algo diferente. Nas infindáveis páginas, alguns lidas com maior atenção outras nem tanto por força da letra do emissor, o que ali está escrito pode muito bem servir de tese para doutorado. A seu tempo, exporei algumas passagens das preciosidades encontradas. Aguardem!

... QUEM DORME ASSISTINDO UM FILME

Das tantas coisas que já ouvi nos meus 50 anos, esta é importante.
Relata uma familia de amigos que o grupo estava assistindo a um filme...
Por motivos que não vem ao caso, foi constatado que a mãe estava no quinto sono...
Indignados com tal postura, a cobrança veio imediatamente...
Em sua defesa a mãe respodeu...
- Eu não estava dormindo... estava olhando por baixo...

SAGÚ COM SUCO DE BERGAMOTA

No que diz respeito ao preparo de salgados nunca me 'apertei ' isto é patrimônio herdade pela genética materna. Mas preparar doces, é tormentoso porque as vezes (leia-se sempre) deixo de seguir as regras básicas. Porém esta receira posso dar ao meu leitor.
Para um litro de suco (não vale adicionar água) de bergamota coado -sem sementes - separe numa panela média
  • duas xícaras de sagú - tape os grãos com água fervendo e em seguida despeje o suco.
  • Em saparado, coloque 8 xícaras de açúcar para uma de água e mexa até criar um " fio ".
  • Despeje esta calda na panela do sagú, que nesta altura já deve estar quase pronto. Mexa para não " pegar " no fundo.
  • Se quiser colocar canela/pau e cravos é opcional.
  • Numa outra panela coloque duas xícares de açúcar e deixe caramelar.
  • Espalhe este caramelo numa refratária e, em seguida, despeje o sagú.
  • Deixe esfriar sem levar no refrigerador.
  • O sabor é inigualável.
  • TEM MAIS UMA COISA. -
  • ABAIXE O CURSOR....

Quem é o(a) felizardo (a) que irá lavar a louça?

CONVIVER COM O TORMENTO DE TER AMIGOS

Acabo de colocar a palavra amigos no google. Sem surpresa apareceu, em 0,09 segundos 286.000.000 sites que de alguma maneira trata do assunto. Mas isso não é o mais importante. Deve haver em algum lugar algo mais específico e mais digno de ser depurado porém nem tudo está perdido neste mundo onde o caos é constante. Tenho quatro nomes que podem servir de indicares quando falo ou penso a palavra amigo. Vera, Daniel, Mateus e Lucas, por incrivel mas três estão na Biblia. Quanto a Vera, desconheço se está escrito Naquele Livro. Mas de qualquer forma tem a mesma importância. Mas o que importa não é saber se estão aqui ou aoclá, o que importa é que sempre estão por perto. Gostaria de ser discreto ao falar deles (ou será neles ?) mas também nao quero ser. Eles sempre estiveram por perto ou não. Vou contar uma pequena passagem a qual damos boas gargalhasdas mesmo ter passado mais de 20 anos. Estávamos numa praia em Florianópolis cheios de filhos, bolsas e demais tralhas. Ao embarcarmos num pequeno bote que nos levaria a uma escuna, eu além de ter meu filhos Bruno no colo, não sei porque motivos, acabei tendo em minhas mãos a máquina fotográfica do Daniel, peça muito boa para a época... pois não é que a dita caiu de minha mão e só não aconteceu o pior foi a rapidez com que retomei-a. A única pessoa que viu a cena foi a Vera e até hoje comentamos o fato com muita gargalhada. Você deve estar pensando que derivei do assunto. Não. Jamais usaria este fato para abandonar o caminho escolhido. Utilizei-o como forma de mostrar como são as coisas. Num deslize qualquer podemos perder um bem precioso que temas nas mãos. O quarteo é implacável nas atitudes. Mas quando se trata de falar 'abobrinhas' mais dois grandes amigos entram em cena: o Camilo e o Júlio. Sérios nas atitudes tanto quanto o quarteto mas a coisa fica difícil de segurar. Daria para aprofundar mais, mas aos poucos as coisas fluirão e sairão da minha cabeça e passarão para o " papel ". Porém volto a dizer para você leitor. Eles são D+ e convicer sabendo que estão por perto fica mais fácil, mais seguro e sobretudo as horas ficam mais sábias quando os ponteiros do relógio não retroagem e a velhice aponta seus raios, mesmo que ainda tênues pela distância.

A HORA DA PALAVRA VERDADE

Falar a palavra "verdade" implica em ser verdadeiro acima e antes de tudo. Por vezes somos aquilo que a meio exige, isto tem muito a ver com ser verdadeiro, ou autentico. Dias atrás li alguns artigos sobre filosofia e cosntatei que o autor tentava justificar o Ser através de suas ações, o que não está errado. Se agimos dentro dos padrões que a ética (ocidental) disciplina, enão podemos dizer que somos ou que estamos dentro dos mandamentos da verdade. Verdade também implica em agir e contribuir para transformar a sociedade mais justa, ou menos carente de verdades. Ler jornais, revistas ou qualquer periódico que reproduza a sociedade politica, não nos leva a lugar algum. Isto não pode ser visto como mensagem ou atributos da verdade. Constantemente, e agora mais ainda, com a internet, podemos observar que vivemos momentos de falsas verdades, de falso profetas da verdade e o que á pior, os protagonistas das (falsas) verdades proliferam-se aos montes e rapidamente. O caminho que leva o homem aos pilares da verdade é estreito, longo, tortuoso e escuro para não ir além. Poucos chegaram a estes portais. Porém os que chegaram possivelmente tiveram e alguns ainda tem, de encarar o ensino do que vem a ser a verdade. Cito Madre Teresa de Calcutá por ter sido uma personagem que se destacou na minha formação. Observei suas atitudes mesmo que a longa distância sempre nos separou. Assisti váras vezes os filmes em que foi protagonista e nunca desistirei de suas ações. Mesmo após a sua passagem para o outro universo ela me mantém na linha. Assim são as pessoas; umas necessitando das ações das outras, mesmo que tropeços e algumas recaidas integrem o campo destinado aos "comentários" de nossas fichas. A hora da palavra verdade já chegou há muito tempo contudo fazemos de conta que ela ainda está por vir... assim vivemos no faz de conta esperando o dia do juízo... biblicamente apregoado