quarta-feira, 29 de julho de 2009

Estamos vivendo tempos tormentosos na politica, nas relações pessoais, na religião, na sociedade como um todo. Parando para pensar estamos deliberadamente fazendo, ou melhor, deixando de fazer o Bem. Escrevo com o "B" maiúsculo pois o Bem que quero tratar é aquele do coração. Os filósofos gregos e depois os romanos tinham por base o Bem como algo supremo... hoje deixamos de pensar no supremo pois não entendemos o que venha a ser "supremo". Lanço um desafio ao meu leitor: Quando você contra alguém que há muito não vê qual é a sensação que lhe toca? Acredito que este sentimento ou sensação é a mais pura manifestação do Bem. Outro desafio: procure em todos os livros que você já leu, nos anais religiosos, nos cartões de aniversário/formatura/casamento e por aí vai e veja se o que está escrito não é a mais íntima sensação/maifestação do Bem. Pois é, ali está o bem que queremos desejar ao nosso semelhante... mas assim mesmo são fracas as nossas armas. Um dos mais séticos autores que ja li, falo do Saramago, na obra Ensaio Sobre a Cegueira, que foi transformada em filme, por favor assistam ou leiam o livro, trata a manifestação do Bem como algo supremo. Quem sabe se não exercitássemos um pouco mais as nossas atitudes, o Bem que hoje falamos ou pensamos poderia ser diferente?

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